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Dimensão
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Gestão Pessoal
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Gestão Recursos Humanos
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Crenças e Postulados
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1 - Contrato
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Contratos Escritos
cuidadosamente concebidos
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“Ir além do contrato”
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2 - Regras
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Importante definir regras
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Imagem do que “Posso fazer”
Impaciência com a “regra”
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3 - Gerir
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Procedimentos
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“Necessidade do negócio”
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4 - Comportamento de
referência
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Normas/costumes e práticas
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Valores/Missão
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5 - Tarefas de Gestão vis-à-vis
trabalham
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Supervisão
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Promoção
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6 - Natureza das Relações
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Pluralista
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Única
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7 - Conflito
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Institucionalizado
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Reduzido
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Aspetos Estratégicos
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8 - Relações Chave
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Gestão do Trabalho
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Clientes
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9 - Iniciativas
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Esporádica
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Integradora
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10 - Plano Corporativo
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Marginal para
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Central para
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11 - Velocidade de decisão
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Lento
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Rápido
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Gestão de Linha
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12 - Papel da Gestão
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Transacional
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Liderança Transformacional
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13 - Gestores Centrais
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Pessoal/Especialistas em RI
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Geral/Negócio/Linha
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14 - Comunicação
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Indireta
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Direta
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15 - Estandardização
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Elevada (e.g., “semelhança”
como relevante)
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Baixa (e.g., “semelhança” não
tida como relevante)
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16 - Competência valorizada
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Negociação
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Facilitação
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Aspetos Chave
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17 Seleção
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Isolada, tarefa marginal
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Integrada, tarefa principal
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18 Pagamento
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Avaliação do trabalho (níveis
fixos)
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Relacionada com Desempenho
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19 Condições
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Negociadas separadamente
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Harmonizadas
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20 Gestão do Trabalho
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Contratos Coletivos
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Contratação Individual
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21 Dinâmica da relação com os
sindicatos
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Regularizada
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Marginalizada
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22 Categorias e Níveis de
Trabalho
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Muitos
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Poucos
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23 Comunicação
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Circulação restrita
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Circulação Crescente
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24 Conceção da Tarefa
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Divisão do Trabalho
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Trabalho em Equipa
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25 Gestão de Conflito
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Acordos Temporários
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Gestão da Cultura e Clima
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26 Formação e Desenvolvimento
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Acesso controlado aos cursos
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Organizações Aprendentes
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27 Espaço para Intervenções
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Procedimentos do Dep. Pessoal
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Parte geral da Cultura,
Estrutura e Estratégia de Pessoal
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terça-feira, 12 de maio de 2015
As 27 Diferenças entre Gestão de Pessoal e Gestão de Recursos Humanos
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Andreia Filipa Lamy Silva distinguida como segunda dama de honor na sétima edição da Rainha das Vindimas de Portugal
A representante do Município de Lagoa, Andreia Filipa Lamy Silva, foi
distinguida como segunda dama de honor na sétima edição da Rainha das
Vindimas de Portugal, na gala que se realizou no dia 20 de setembro, no Teatro Gil Vicente, em Barcelos, integrada no programa
Barcelos Cidade do Vinho 2014.
Concorreram 15
candidatas dos municípios de Alenquer, Azambuja, Barcelos, Cadaval, Cartaxo,
Coruche, Lagoa, Melgaço, Palmela, Ponte da Barca, Reguengos de Monsaraz, Santa
Marta de Penaguião, Torres Vedras, Viana do Castelo e Vidigueira, num
espetáculo que voltou a encher o Teatro Gil Vicente.
O júri era composto
pela estilista Ana Sousa, pelo diretor do concurso de vinho La Selezione 2015,
Mário Louro, por Jorge Sampaio, da Comissão Instaladora das Rotas do Vinho de
Portugal, pelo secretário-geral da AMPV, José Arruda, e pela empresária/
relações públicas de moda, Cristina Gonçalves, que avaliou as modelos em três
desfiles: traje tradicional, roupa prática e vestido de noite.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
FALECEU
VITOR GRADE "PAI DO ANDEBOL EM LAGOA"
Lamento
o desaparecimento prematuro do AMIGO VÍTOR GRADE, apresentando
publicamente os pêsames a toda a sua Família.
Vítor Grade para além do amigo de mais de trinta anos, foi " O PAI DO ANDEBOL EM LAGOA" que na qualidade de Ex-atleta (S. C. Portugal), trouxe para o Concelho de Lagoa, qual escolheu para viver e trabalhar a modalidade do seu coração, com o objetivo de a implementar como prática desportiva junto dos jovens e desenvolve-la para a competição. Tendo dado os primeiros passos com a modalidade no Sporting Clube Lagoense, transferiu-se posteriormente com o projeto para o Grupo Desportivo de Lagoa onde desenvolveu um trabalho árduo de incrementação da modalidade no concelho.
Foi também um dos principais responsáveis pela fundação do LAGOA ACADÉMICO CLUBE com vista ao fortalecimento da modalidade, hoje uma das principais modalidades do desporto Lagoense e promotora do nome do concelho a nível Nacional e internacionalmente.
Eu,
o Andebol e o Concelho de Lagoa estaremos sempre reconhecidos por tão
importante contributo ...
Vítor...
Obrigado amigo...
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
"Os Clandestinos"
O Simples e o Complicado As pessoas não querem
que se lhes dê lições. É por isso que não compreendem as coisas mais simples.
No dia em que o quiserem, verificar-se-á que são capazes de compreender também
as coisas mais complicadas.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
E ando eu a pagar impostos…
Que me desculpem os meus amigos advogados, mas este cartaz parece tirado de um programa humorístico.
Duplamente vítimas ?????
Reparação de danos que sofreu?????
De certeza que quem fez este cartaz, nunca foi “vítima” de um arguido.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Muitas pessoas procuram a felicidade em coisas
materiais sendo que ela reside dentro de cada um de nós, um Natal de
possibilidades retrata a importância de superar as dificuldades e adversidades
que aparecem na nossa vida e nos incentiva a procurar em nosso interior as
forças necessárias para seguirmos adiante.
Nesta época cheia de significado
para as nossas vidas, é tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e
tudo o que nos rodeia. É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e
cheia de esperança que mora dentro de nós. É sempre tempo de contemplar a vida,
de entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo
que quer parecer.
Nesta época, onde a alegria invade
nossos corações trazendo a paz e a harmonia, espero que todo o ser humano sinta
alguma felicidade, que esta época traga raios de luz que iluminem o caminho de
todos, fazendo que todos nós vivamos sempre com muita felicidade.
Também é tempo de refazer planos,
reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais
feliz. Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de facto
queremos ser plenamente felizes. Que queremos viver cada dia, cada hora e cada
minuto em sua plenitude, como se fosse o último. Que queremos renovação e vamos
à procura dos grandes milagres da vida a cada instante.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de
florescer, de viver de novo. Aproveite este ano que está a chegar para realizar
todos os seus sonhos!
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS!
Estes são os meus desejos para hoje, amanhã e sempre…
Jorge Lamy
terça-feira, 13 de novembro de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Quem salvaguarda o direito das crianças?
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS
DIREITOS DAS CRIANÇAS
UNICEF - 20 de Novembro de
1959
AS CRIANÇAS TÊM DIREITOS DIREITO À
IGUALDADE, SEM DISTINÇÃO DE RAÇA RELIGIÃO OU NACIONALIDADE
Princípio
I - A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração.
Estes
direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer exceção, distinção
ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões
políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição
econômica, nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à
sua família.
DIREITO À ESPECIAL PROTEÇÃO PARA O SEU
DESENVOLVIMENTO FÍSICO, MENTAL E SOCIAL
Princípio
II - A criança gozará de proteção especial e disporá de oportunidade e
serviços, a serem estabelecidos em lei por outros meios, de modo que possa
desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma
saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade. Ao
promulgar leis com este fim, a consideração fundamental a que se atenderá será
o interesse superior da criança.
DIREITO A UM NOME E A UMA NACIONALIDADE
Princípio
III - A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma nacionalidade.
DIREITO À ALIMENTAÇÃO,MORADIA E
ASSISTÊNCIA MÉDICA ADEQUADAS PARA A CRIANÇA E A MÃE
Princípio IV - A criança deve gozar dos
benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e desenvolver-se em
boa saúde; para essa finalidade deverão ser proporcionados, tanto a ela, quanto
à sua mãe, cuidados especiais, incluindo-se a alimentação pré e pós-natal. A
criança terá direito a desfrutar de alimentação, moradia, lazer e serviços
médicos adequados.
DIREITO À EDUCAÇÃO E A CUIDADOS
ESPECIAIS PARA A CRIANÇA FÍSICA OU MENTALMENTE DEFICIENTE
Princípio
V - A criança física ou mentalmente deficiente ou aquela que sofre de algum
impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados
especiais que requeira o seu caso particular.
DIREITO AO AMOR E À COMPREENSÃO POR
PARTE DOS PAIS E DA SOCIEDADE
Princípio VI - A criança necessita de amor e
compreensão, para o desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade;
sempre que possível, deverá crescer com o amparo e sob a responsabilidade de
seus pais, mas, em qualquer caso, em um ambiente de afeto e segurança moral e
material; salvo circunstâncias excecionais, não se deverá separar a criança de
tenra idade de sua mãe. A sociedade e as autoridades públicas terão a obrigação
de cuidar especialmente do menor abandonado ou daqueles que careçam de meios
adequados de subsistência. Convém que se concedam subsídios governamentais, ou
de outra espécie, para a manutenção dos filhos de famílias numerosas.
DIREITO À EDUCAÇÃO GRATUITA E AO LAZER
INFANTIL
Princípio
VII - A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e
obrigatória, ao menos nas etapas elementares. Dar-se-á à criança uma educação
que favoreça sua cultura geral e lhe permita - em condições de igualdade de
oportunidades - desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de
responsabilidade social e moral. Chegando a ser um membro útil à sociedade. O
interesse superior da criança deverá ser o interesse diretor daqueles que têm a
responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade incumbe,
em primeira instância, a seus pais. A criança deve desfrutar plenamente de
jogos e brincadeiras os quais deverão estar dirigidos para educação; a
sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício
deste direito.
DIREITO A SER SOCORRIDO EM PRIMEIRO
LUGAR, EM CASO DE CATÁSTROFES
Princípio
VIII - A criança deve - em todas as circunstâncias - figurar entre os primeiros
a receber proteção e auxílio.
DIREITO A SER PROTEGIDO CONTRA O ABANDONO E A EXPLORAÇÃO NO
TRABALHO
Princípio
IX - A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e exploração.
Não será objeto de nenhum tipo de tráfico. Não se deverá permitir que a criança
trabalhe antes de uma idade mínima adequada; em caso algum será permitido que a
criança dedique-se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa
prejudicar sua saúde ou sua educação, ou impedir seu desenvolvimento físico,
mental ou moral.
DIREITO A CRESCER DENTRO DE UM ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE,
COMPREENSÃO, AMIZADE E JUSTIÇA ENTRE OS POVOS
Princípio X
- A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a
discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada
dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e
fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas
energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes.
domingo, 27 de maio de 2012
Os inteligentes
A maior
recompensa que se pode ter por algo bem feito, é ter feito isso…
Esta mensagem é
dedicada a alguns “inteligentes” da nossa comunidade.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
PARABÉNS PEDRO E TELMA
Pedro Martins e Telma Santos, ambos do Che Lagoense, garantiram a qualificação para o torneio de badminton dos Jogos Olímpicos de Londres2012, após a atualização de hoje dos «rankings» mundiais da modalidade.
Aos 22 anos, o Lagoense Pedro Martins assegurou a sua primeira presença olímpica, com o 59.º lugar do «ranking» mundial de singulares masculinos, tal como Telma Santos, de 29 anos, que se vai estrear em Londres'2012, depois de ter assegurado o 71.º posto na hierarquia de singulares femininos.
De acordo com o Comité Olímpico de Portugal, depois de aplicados os critérios de apuramento olímpico, Pedro Martins assegurou o 32.º lugar no «ranking» da qualificação para Londres'2012, enquanto Telma Santos garantiu o 36.º posto na variante feminina.
Da minha parte quero aqui deixou as minhas felicitações a estes atletas, quem o desejar pode deixar aqui as suas mensagens, que serão entregues aos atletas.
quarta-feira, 28 de março de 2012
A ESCRAVATURA
A escravatura é um fenómeno humano que se dá desde os primórdios da humanidade, e que consiste na prática social em que um ser humano tem direitos de propriedade sobre outro, considerado escravo.
Surgiu devido à necessidade social de hierarquizar as comunidades (mandantes/mandados). Para que uns pudessem gozar de certos privilégios, outros teriam que trabalhar arduamente e por vezes serem forçados a abdicar da sua liberdade, tudo isto em prole da organização e bem-estar da sociedade em que se inseriam.
Várias civilizações, algumas consideradas evoluídas para o respetivo período histórico, fizeram uso da escravatura e só após séculos e séculos sob o jugo desta prática tomaram consciência de que esta não era, nem moral, nem economicamente, viável, abolindo-a legal e oficialmente.
Porém, é do conhecimento geral que a escravatura não se deu por finda com os decretos de lei proclamados, nem com as inúmeras manifestações a propósito. Este fenómeno “arrastou-se” até aos nossos dias, tomando por vezes rostos diferentes e camuflagens mais eficazes...
terça-feira, 20 de março de 2012

O badmintonista Lagoense Pedro Martins (Che Lagoense) cometeu a proeza de eliminar o jogador n.º 1 da Índia e 26.º do «ranking» mundial no Open da Suíça e tem praticamente garantida a presença nos Jogos Olímpicos de Londres’2012.Apesar de eliminado nos oitavos-de-final do torneio suíço, pelo malaio Daren Liew, por 1-2 (21-19, 13-21 e 10-21), o atleta do Parchal, de 23 anos, arrecadou 2720 pontos, ficando muito próximo de assegurar a presença na maior prova desportiva mundial.
Pedro Martins irá ainda participar, de 22 a 25 de março, nos Internacionais da Polónia, e de 16 a 20 de abril no Campeonato da Europa – para o qual já garantiu o apuramento –, terminando a agenda para o apuramento olímpico nos Internacionais de Portugal, de 26 a 29 de abril.
Da minha parte, os meus parabéns a ele e a toda a equipa que o acompanhou nesta caminhada.
Jorge Lamy
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
A vingança do anarquista
Conferências "O futuro da Liberdade"
Se as pessoas sentem que dão — trabalho, estudo, impostos — e não recebem nada em troca, o governo está a trabalhar para a sua deslegitimação.
Aqui há tempos havia um enigma. Como podiam os mercados deixar a Bélgica em paz quando este país tinha um défice considerável, uma dívida pública maior do que a portuguesa e, ainda por cima, estava sem governo? Entretanto os mercados abocanharam a Irlanda e Portugal, deixaram a Itália em apuros, ameaçaram a Espanha e mostram-se capazes de rebaixar a França. E continuaram a não incomodar a Bélgica. Porquê? Bem, — como explica John Lanchester num artigo da última London Review of Books — a economia belga é das que mais cresceu na zona euro nos últimos tempos, sete vezes mais do que a economia alemã. E isto apesar de estar há dezanove meses sem governo. Ou melhor, corrijam essa frase. Não é “apesar” de estar sem governo. É graças — note-se, graças — a estar sem governo. Sem governo, nos tempos que correm, significa sem austeridade. Não há ninguém para implementar cortes na Bélgica, pois o governo de gestão não o pode fazer. Logo, o orçamento de há dois anos continua a aplicar-se automaticamente, o que dá uma almofada de ar à economia belga. Sem o choque contracionário que tem atacado as nossas economias da austeridade, a economia belga cresce de forma mais saudável, e ajudará a diminuir o défice e a pagar a dívida.
A Bélgica tornou-se assim num inesperado caso de estudo para a teoria anarquista. Começou por provar que era possível um país desenvolvido sobreviver sem governo. Agora sugere que é possível viver melhor sem ele. Isto é mais do que uma curiosidade. Vejamos a coisa sob outro prisma. Há quanto tempo não se ouve um governo ocidental — europeu ou norte-americano — dar uma boa notícia? Se olharmos para os últimos dez anos, os governos têm servido essencialmente para duas coisas: dizer-nos que devemos ter medo do terrorismo, na primeira metade da década; e, na segunda, dizer-nos que vão cortar nos apoios sociais. Isto não foi sempre assim. A seguir à IIa. Guerra Mundial o governo dos EUA abriu as portas da Universidade a centenas de milhares de soldados — além de ter feito o Plano Marshall na Europa onde, nos anos 60, os governos inventaram o modelo social europeu. Até os governos portugueses, a seguir ao 25 de abril, levaram a cabo um processo de expansão social e inclusão política inédita no país.
No nosso século XXI isto acabou. Enquanto o Brasil fez os programas “Bolsa-Família” e “Fome Zero”, e a China investe em ciência e nas universidades mais do que todo o orçamento da UE, os nossos governos competem para ver quem é mais austero, e nem sequer pensam em ter uma visão mobilizadora para oferecer às suas populações. Ora, os governos não “oferecem” desenvolvimento às pessoas; os governos, no seu melhor, reorganizam e devolvem às pessoas a força que a sociedade já tem. Se as pessoas sentem que dão — trabalho, estudo, impostos — e não recebem nada em troca, o governo está a trabalhar para a sua deslegitimação.
No fim do século XIX, isto foi também assim. As pessoas viam que o governo só tinha para lhes dar repressão ou austeridade. E olhavam para a indústria, e viam que os seus patrões só tinham para lhes dar austeridade e repressão. Os patrões e o governo tinham para lhes dar a mesma coisa, pois eram basicamente as mesmas pessoas. Não por acaso, foi a época áurea do anarquismo, um movimento que era socialista (contra os patrões) e libertário (contra o governo).
Estamos hoje numa situação semelhante. Nenhum boa ideia sai dos nossos governos. E as pessoas começam a perguntar-se para que servem eles.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Mensagem de Natal
Nesta época cheia de significado para as nossas vidas, é tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo o que nos rodeia. É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nós. É sempre tempo de contemplar a vida, de entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que quer parecer.Nesta época, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia, espero que todo o ser humano sinta alguma felicidade, que esta época traga raios de luz que iluminem o caminho de todos, fazendo que todos nós vivamos sempre com muita felicidade.
Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz. Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de facto queremos ser plenamente felizes. Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último. Que queremos renovação e vamos à procura dos grandes milagres da vida a cada instante.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo. Aproveite este ano que está a chegar para realizar todos os seus sonhos!
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS!
Estes são os meus desejos para hoje, amanhã e sempre…
Jorge Lamy
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
E viva à Democracia…

E viva à Democracia…
“O Estado não tem o direito de pagar a uns e não a outros”
29-Out-2011
Antes de embarcar num avião para os Açores, onde vai estar este fim de semana no congresso dos juízes portugueses, o magistrado António Martins teve tempo de explicar ao Expresso porque é que o corte dos subsídios de férias e Natal é ilegal - não devendo ser cumprido mesmo que aprovado pelo Parlamento - e como é inadmissível que o Estado trate os seus credores de forma diferente. Porque os funcionários públicos são tão credores como os donos da dívida pública.
- Porque é que o corte dos subsídios de férias e de Natal é ilegal?
- O património das pessoas só pode ser objecto de incorporação no património do Estado por vias legais. E elas são o imposto, a nacionalização ou a expropriação. Não é possível ao Estado dizer: vou deixar de pagar a este meu servidor ou funcionário. O que o Estado está a fazer desta forma é a confiscar o crédito daquela pessoa. Por força de uma relação de emprego público, aquela pessoa tem um crédito em relação ao Estado, que é resultado do seu trabalho. Há aqui uma apropriação desse dinheiro, que configura um confisco: isso é ilegal e inconstitucional.
- Mas não há excepções que tornem o corte legítimo?
- Há o estado de emergência e o estado de sítio, em que os direitos das pessoas podem ser comprimidos ou suspensos durante algum tempo. Mas não foi decretado o estado de sítio ou o estado de emergência. E não o tendo sido decretado, o Estado continua sujeito ao respeito dos direitos dos cidadãos. Pode-se dizer, e nós já o afirmámos, que vivemos um momento difícil, em que é necessário salvar o país. E todos devemos ser mobilizados para essa salvação. Mas de forma adequada,
precisamente pela via do imposto.
- Quer dizer que a redução para metade do subsídio de Natal deste ano já não é ilegal?
- Não é um corte. É um imposto. O imposto é lançado sobre todos, ou seja, tem carácter universal, abrangendo todos aqueles que têm capacidade contributiva, que advém dos rendimentos do trabalho mas também dos rendimentos do capital. E tem ainda carácter progressivo, em que quem mais ganha mais paga. Essa é a via justa e equitativa que respeita o direito. É a via adequada para salvar o país. Há um erro profundo na forma como se está a enquadrar esta questão. Porque há uma pergunta que subsiste: onde pára o limite disto? Qualquer dia o Governo lembra-se de decidir que as famílias com dois carros vão ter de entregar um. A situação é a mesma. Ficar com um carro de um cidadão ou ficar com o seu dinheiro é igual.
- E o que vai fazer para combater essa decisão?
- Da parte dos juízes, achamos que temos uma responsabilidade de cidadania e um imperativo de transmitir aos cidadãos portugueses que esta medida, ainda que venha a ser aprovada pelo Parlamento e ainda que venha a ser lei, não é uma lei
conforme ao direito e à justiça.
- Será, portanto, uma lei ilegal?
- É uma lei ilegal e que não deve ser cumprida. Os cidadãos podem recorrer aos tribunais para salvaguardarem os seus direitos. E no espaço dos tribunais, por enquanto, num Estado de direito, que se deve equacionar a legalidade das leis e o seu cumprimento ou não. Cabe aos tribunais dizer se elas são conformes ao direito, à justiça e à constituição. Essa é a nossa grande preocupação neste momento.
- Está a apelar para que se recorra em massa aos tribunais?
- Não se trata de um apelo. Caberá a cada cidadão fazer a sua opção. Não estamos a apelar a uma intervenção maciça das pessoas juntos dos tribunais. Temos é um dever de fazer ouvir a voz dos juízes para que os cidadãos não se sintam completamente desprotegidos e abandonados perante este poder fáctico do Estado e que tem apoio em comentadores e opinion makers que aparentemente caucionam toda esta actuação.
- Mas, se a decisão é aprovada pela maioria do Parlamento, ir contra ela não é, de certa forma, um ato de desobediência civil?
- Não se trata de desobediência civil. É um exercício de um direito. Mas queremos, antes que venha a ser lei, que os parlamentares não sejam apenas deputados eleitos na lista de um partido. Queremos que debatam, como representantes das
pessoas que os elegeram, se esta é a forma de um Estado ser um Estado de bem. Porque é que o Estado opta por dizer que não paga a estas pessoas e, em vez disso, não opta por dizer que não paga às entidades com as quais fez negócios ruinosos nos últimos anos, celebrando parcerias público-privadas com contratos leoninos?
- Há cláusulas nesses contratos que obrigam, certamente, a pagamentos de multas pesadas…
- E para os trabalhadores públicos não há cláusulas? É obrigação do Estado pagar-lhes os vencimentos, incluindo o 13.º e o 14.º meses. Está na lei.
- Acharia mais legítimo não pagar parte das parcerias público-privadas?
- Um Estado de bem tem a obrigação de pagar a todos os seus credores. Se não tiver possibilidade de pagar a todos, também não tem o direito de dizer que paga a uns e não paga a outros. Esta é a questão. O Estado não tem direito de dizer que paga aos seus credores internacionais, aos seus credores das parcerias público-privadas, aos credores que defraudaram os depositantes no BPN e no BPP, mas não paga às pessoas que trabalham no sector público.
domingo, 20 de novembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
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